Levantamento do Observatório das Big Techs, do NetLab da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), identificou anúncios irregulares na Meta, no Kwai e no Google, além de recomendações irregulares de vídeos de candidatos pelo TikTok e pelo YouTube.
De acordo com as regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a circulação paga ou impulsionada de propaganda eleitoral na internet é proibida desde 48 horas antes até 24 horas depois da eleição.
A norma também determina que plataformas com sistemas de recomendação excluam desses mecanismos os canais e perfis de candidatas e candidatos informados à Justiça Eleitoral, ressalvadas as hipóteses previstas na legislação.
Segundo a NetLab, o monitoramento foi feito com buscas manuais e computacionais, a partir de termos relacionados às candidaturas e às eleições, pelas interfaces das bibliotecas de anúncios disponíveis nas plataformas e via API, ferramenta que acessa uma espécie de banco de dados oficial dessas redes.

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