© Reuters/Evelyn Hockstein


Os Estados Unidos realizaram uma ofensiva aérea que atingiu cerca de 90 alvos militares em diferentes regiões do Irã, em uma das maiores operações militares norte-americanas desde a escalada das tensões no Oriente Médio.

Segundo informações divulgadas pelo Comando Central dos Estados Unidos (Centcom), a ação teve como objetivo reduzir a capacidade militar iraniana, com ataques direcionados a sistemas de defesa antiaérea, instalações navais, centros de comando, depósitos de armamentos e outras estruturas consideradas estratégicas. 

O governo norte-americano afirmou que a operação foi uma resposta aos recentes incidentes envolvendo embarcações no Estreito de Ormuz, rota considerada estratégica para o transporte mundial de petróleo. Washington acusa Teerã de promover ações que colocam em risco a navegação comercial na região, enquanto o governo iraniano rejeita as acusações. 

Após os bombardeios, autoridades iranianas anunciaram medidas de retaliação e informaram o lançamento de drones e ataques contra instalações militares dos Estados Unidos no Golfo Pérsico. Os dois países seguem trocando acusações, aumentando a preocupação da comunidade internacional com uma possível ampliação do conflito. 

Até o momento, não há confirmação independente sobre o número de vítimas ou a extensão dos danos provocados pela ofensiva. As autoridades dos dois países continuam divulgando informações à medida que a situação evolui. 


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