A partir do dia 1º de maio de 2026, a identificação biométrica passará a ser obrigatória para a concessão de novos benefícios sociais e previdenciários no Brasil, incluindo programas como o Bolsa Família e auxílios do INSS. A medida tem como objetivo reforçar a segurança no sistema, combater fraudes e padronizar os dados dos beneficiários.

(Foto: Agência Brasil)

Segundo o cronograma divulgado, quem já possui biometria cadastrada em bases oficiais, como CNH, Título de Eleitor ou na Carteira de Identidade Nacional (CIN), não precisará realizar novo cadastro imediato.

No entanto, quem ainda não tem biometria registrada deverá emitir a CIN, que será exigida gradualmente e se tornará o único documento aceito para movimentações federais a partir de 2028.

Entre os benefícios impactados estão salário-maternidade, auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença), pensão por morte, seguro-desemprego e abono salarial.

O calendário prevê ainda que, em janeiro de 2027, a exigência será ampliada para renovações de cadastros antigos.

Pessoas acima de 80 anos, brasileiros no exterior e cidadãos com limitações médicas comprovadas estão entre os dispensados da obrigatoriedade.


*Fonte: Portal Tucumã 

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