Uma nova norma do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) reacendeu o debate sobre conservação e uso sustentável de espécies no país. A Instrução Normativa nº 7, publicada em 17 de março de 2026, passa a considerar o pirarucu (Arapaima gigas) como espécie exótica invasora quando encontrado fora de sua área natural, que corresponde à Amazônia.
A medida permite que, em outras bacias hidrográficas, como São Francisco, Paraná e Atlântico Sudeste, o peixe seja capturado, abatido e comercializado sem restrições de tamanho ou cota, como forma de controle populacional. Nesses casos, a devolução do animal ao ambiente natural está proibida.
Segundo o Ibama, a regra não altera o manejo sustentável realizado na Amazônia. Pelo contrário, reforça a diferença entre o uso controlado da espécie em seu habitat e os riscos ambientais quando ela é introduzida em outros ecossistemas, onde pode competir com espécies nativas e desequilibrar o ambiente aquático.
*Fonte: Portal Tucumã

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