Após destruir um micro-ônibus que faz o transporte de passageiros, mais conhecido como “amarelinho”, na tarde dessa sexta-feira (22), uma mulher, que se assumiu como a autora do “quebra-quebra”, publicou uma sequência de stories em seu Instagram, relatando os motivos pelos quais ela decidiu realizar a ação que foi amplamente divulgada nas redes sociais.
Aline Moura disse que não foi um caso de “chifre ou dor de cotovelo” como estava sendo divulgado e sim pelo fato de seu ex-marido não pagar a pensão alimentícia e ainda ficar com alguns bens que foram herdados do pai dela.
“Eu sou a menina do vídeo que está rolando por aí, do amarelinho que eu quebrei. Primeiro lugar, não foi chifre, não é dor de cotovelo, não tem nada disso não. O que aconteceu de fato: eu vivi dois aos com esse cara, em um relacionamento totalmente abusivo, tóxico, na qual cheguei a ser agredida e chegava a tomar remédio controlado. Tive uma filha com ele, passei coisas minhas, confiei nele, coisas que o meu pai deixou pra mim, que eu sou herdeira de coisas que meu pai deixou”, disse ela.
Aline continua dizendo que ele não quer devolver os bens e ainda está devendo uma pensão de R$ 150 e que ela precisa ficar se humilhando para receber o dinheiro. Além disso, ela diz que o ex-marido fica “ostentando” nas redes sociais e que ele é um gigol*r.
“Ele nem quer pagar a pensão da filha dele, fica me humilhando. Eu fico me humilhando enquanto ele luxa no Instagram com moto, com dente botando lente. Eu fico me humilhando pela pensão da filha dele que é R$ 150”, disse.
“Eu fui e quebrei mesmo, porque o carro é meu. Ele tem que criar vergonha na cara dele e dar o que é meu, porque ele é um gigol**, vaga**ndo”, diz a mulher.
*PORTAL TUCUMÃ

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